segunda-feira, 26 de maio de 2014

Tristeza e revolta: Idosa morre e velório acontece em cima de uma tábua, em Quixadá


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Nossa equipe conseguiu falar com o prefeito João Hudson que prometeu resolver imediatamente o problema.
Dor e revolta no velório de uma idosa de 89 anos de idade, vítima de um câncer. Ela faleceu por volta das 18 horas deste domingo, 25. Como a família é hipossuficiente e nem pagava plano funerário, necessitava de um caixão doado pela Prefeitura de Quixadá, mas os familiares alegaram que não conseguiram.
Maria Ducarmo Fernandes da Silva, 89 anos, morreu no Hospital Dr. Eudásio Barroso, em seguida foi colocada na “pedra” daquele nosocômio. Mesmo sem caixão, a família foi obrigada a levar o corpo para sua residência. Desesperada e sem condições para pagar um carro, a filha ia levar o corpo em um mototaxista, mas a direçao do hospital mandou levar em uma ambulância após a família suplicar. Ao chegar, a anciã teve que ser colocada em uma rede como nas décadas passadas.Amigos e vizinhos, percebendo o sofrimento dos quatro filhos, entre ela, a doméstica Nilzete Fernandes da Silva, 35 anos, conseguiram uma tábua e um véu para berço, assim foi improvisado. “Minha mãe não merecia esse tratamento tão indigno, somos pobres, mas merecíamos ao menos respeito”, disse chorando a filha por não ter condições de ofertar um funeral merecido para sua querida mãe.
O velório fora dos padrões da dignidade da pessoa humana chamou a atenção de moradores da área denominada de Mutirão do Campo Velho.
Nesta segunda-feira, 26, populares mantiveram contado com o portal Revista Central pedindo auxilio. Nossa equipe conseguiu falar com o prefeito João Hudson que prometeu resolver o problema. A secretária de Assistência Social Juvenina Calixto, explicou que a licitação realizada para aquisição de caixão está sub-judice, mas também prometeu ajudar.
Ao saber que sua mãe seria sepultada em um caixão, a filha chorou e disse que a imprensa era hoje o único meio de proteção da sociedade. O portal Revista Central lamenta profundamente e se colocada sempre a disposição da população, sendo esta a sua função social                                                                                                                                              .O portal Revista Central 


Carreata anuncia proximidade dos festejos de Padroeiro

Em um ato de fé e devoção, fiéis participaram na tarde do último sábado, 24, em Quixeramobim, de uma carreata onde percorreram as principais ruas da cidade para divulgar a Festa do Padroeiro Santo Antonio.

Foto: Claudio Eloi



Ao final da carreata, o Pároco Pe. Junior Rebouças realizou a benção dos veículos participantes. Os festejos iniciam oficialmente no próximo sábado, 31, e se estendem até o dia 14.
Foto: Claudio Eloi
O Barracão de Santo Antonio será aberto no dia 30 de Maio, quando há o encerramento do mês mariano e o início dos festejos do Santo Padroeiro, data em que a imagem de Santo Antonio descerá do altar e ficará mais próxima dos fiéis.

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Cinco armas apreendidas pela PM após duas mortes na Grande Messejana


Dentro do automóvel usado pela quadrilha, os policiais apreenderam cinco armas de fogo, sendo duas pistolas e dois revólveres. (Foto: Divulgação)
Duas pessoas morreram durante um tiroteio, ocorrido no Curió, na Grande Messejana, após um bando ter invadido o bairro, em um táxi, para matar um desafeto. De acordo com a Polícia, cinco pessoas que ocupavam o automóvel Chevrolet Meriva, registrado como táxi, teriam ido ao local para executar um jovem, que ainda não foi identificado. Além dele, um dos integrantes do bando acabou morto.
Conforme o capitão Cleonardo Mesquita, do Ronda do Quarteirão de Messejana, a população acionou a Polícia dando conta dos disparos e de que uma pessoa estaria morta em via pública. Ao chegar lá, a patrulha RD-1069 realizou alguns levantamentos preliminares e conseguiu pistas que levaram ao paradeiro do táxi.
Uma perseguição foi iniciada e o veículo foi abordado no Conjunto São Bernardo. “Quatro pessoas, incluindo uma garota de 16 anos, desceram do carro e jogaram cinco armas no chão. Eles se renderam, sem apresentar nenhuma reação. Nos aproximamos e percebemos que tinha uma pessoa deitada no banco de trás do carro. Foi aí que vimos que o jovem estava morto”.
Segundo o capitão Cleonardo, o suspeito que acabou lesionado, teria sido vítima de um ´fogo-amigo´, ou seja, foi ferido por um comparsa, quando entrou na linha de tiro, no momento em que eles começaram a atirar no inimigo deles, ainda no bairro Curió.
“Quando viram que tinham ferido o alvo, mas também um comparsa, colocaram ele dentro do veículo e tentaram socorrê-lo, mas não houve tempo. O tiro no abdome foi fatal”.
Capturados
Os quatro ocupantes do veículo foram capturados, inclusive o taxista, José Roberto de Oliveira Sousa, 51. Ele, José Alfredo Lima de Oliveira e Francisco Elder Alves da Silva, foram conduzidos ao 30ºDP (São Cristóvão), onde foram ouvidos e autuados.
José Roberto disse que havia sido feito refém pelos suspeitos das mortes, mas o capitão Cleonardo disse que ele portava várias munições nos bolsos. Elder Silva confessou que teria ido ao Curió para matar seu desafeto. Segundo ele, o motivo da execução seria vingança, mas não disse qual fato anterior teria culminado no atentado.
Os dois adolescentes que estavam dentro do veículo, uma garota de 16 anos e um garoto de 17, foram encaminhados à Delegacia da Criança do Adolescente (DCA). Um auto de apreensão em flagrante foi lavrado contra eles. Com o bando, a Polícia aprendeu cinco armas, sendo três revólveres, calibre 38; e duas pistolas, calibre 380.
As cinco armas foram entregues às autoridades policiais que realizaram os procedimentos nas delegacias.
 Diário do Nordeste

Turistas não verão nova família do real


Corte no orçamento do Banco Central (BC) e atrasos nos lançamentos impediram a substituição total de cédulas antigas pelas novas notas da segunda família do real. Os turistas que vierem ao Brasil para assistir à Copa do Mundo têm, portanto, grande possibilidade de sair do País sem conhecer o novo modelo da moeda brasileira, principalmente as notas de menor valor.

A ideia inicial do governo era trocar todas as cédulas pelas novas, com tamanho diferente dependendo do valor, antes do Mundial. Seria uma forma de mostrar aos estrangeiros que, duas décadas depois de criado, o real se consolidou como uma "moeda forte". Também se evitaria confusão para os turistas de adaptação a dois modelos distintos de notas do mesmo valor.

Só nas olimpíadas

A expectativa, porém, é de que quase 100% das cédulas da antiga família só sejam substituídas antes da Olimpíada de 2016. Como foram lançadas por último, as notas novinhas de R$ 2 e R$ 5 são as mais difíceis de se encontrar. Hoje, a chance de pegar uma cédula da segunda família do real de R$ 2 é de três em dez vezes e a de R$ 5 deve ser recebida em quatro de dez tentativas.

Os dados são do Departamento de Meio Circulante do BC e computam todo o dinheiro em circulação no País: no bolso das pessoas, nos caixas dos comerciantes e nos cofres dos bancos, por exemplo.

No lançamento dessas novas cédulas, no fim de julho de 2013, o diretor de Administração do BC, Altamir Lopes, admitiu que o corte de R$ 600 milhões do valor para fabricação de dinheiro em 2013 poderia interferir na substituição das notas antigas e a solução seria deixar as cédulas do modelo anterior circulando por mais tempo. "Isso não trará evidentemente falta de dinheiro. O que pode ocorrer é um pouco mais de atraso no recolhimento do dinheiro antigo, do dinheiro em condições um pouco piores. Mas, sem dúvidas, sem perda de segurança".

Projeto de 2003

O projeto para a mudança das cédulas do real começou em 2003 numa parceria entre BC e Casa da Moeda, responsável pela impressão do dinheiro. No início de 2010, quando o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou o lançamento da segunda família do real, o então diretor de Administração, Anthero Meirelles, informou que a previsão para o lançamento das novas notas de R$ 2 e R$ 5 era no 1º semestre de 2012, o que daria condições para que as cédulas fossem totalmente trocadas até a Copa do Mundo.

Menor valorNo entanto, o lançamento só ocorreu um ano depois, no início do segundo semestre de 2013. Agora, o BC espera que todas as notas de menor valor sejam trocadas até meados do ano que vem. Lopes informou que o BC mandou imprimir 75 milhões de cada denominação, o que atenderia às necessidades a princípio. Segundo o BC, circulam atualmente 32 milhões de cédulas novas de R$ 2 e 21,5 milhões de notas de R$ 5. (Fonte: Diário do Nordeste)

Traficantes da Vila Cruzeiro usam cavalos para transportar drogas

Menores na faixa dos 12 anos usam cavalos para levar as drogas Foto: Foto do leitor
Os cavalos na Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha, deixaram de ser usados para transporte apenas de pessoas. Segundo denúncia de moradores da região, que é pacificada, os animais agora servem para levar drogas do morro para o asfalto.
— Eles colocam as drogas no ânus dos cavalos usando umas trouxinhas. Meninos de 12, 13 anos, alguns filhos de bandidos, usam os bichos há dois meses para levar as drogas. Eles vêm da Vila Cruzeiro e vão para a Rua Uranos (em Bonsucesso), geralmente nas quintas e sextas-feiras. Já tentei falar com policiais, mas não me deram ideia. Não posso ver e ficar calada — conta uma moradora que, por medo de traficantes que ainda vivem na comunidade, não quis se identificar.
Como se não bastasse usar cavalos como mulas do tráfico, os menores ainda maltratam os animais. De acordo com uma voluntária, que também não quis se identificar com medo de bandidos, os animais apanham com frequência:
— Vários moradores me contaram sobre as drogas. Todo mundo sabe. Os meninos batem no animal e o pessoal que vive aqui não pode fazer nada. Quando o cavalo escorrega, descendo a ladeira, eles arrastam. Usam carroça de fachada.

Os cavalos, além de transportarem a droga, são maltratados Foto: Foto de leitor

A voluntária disse que chegou a conversar com um policial, mas ele perguntou como ela ia provar e “não fez nada”.
— Disse que só poderia fazer algo pegando em flagrante, se ele chegasse na hora que o menino estivesse batendo, para poder revistar — completou.
Em nota, o comando da UPP Vila Cruzeiro disse que desconhece o transporte de entorpecente na comunidade. Segundo a polícia, não houve denúncia. Ainda de acordo com a PM, o comandante vai orientar a tropa para ficar atenta à movimentação de cavalos dentro da área de atuação da UPP.
A polícia pede que os moradores façam denúncias através dos telefones 96975-2226 (UPP Vila Cruzeiro), 2334-7595 (Coordenadoria de Polícia Pacificadora) ou 2253-1177 (Disque-Denúncia).
Fonte: Extra