sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Justiça proíbe carnaval na cidade de Choró, após denúncia da RC


Prefeitura vai cumprir         FOTO: DIVULGAÇÃO
 a ordem judicial e “folia naságuas” foi cancelado pelo prefeito.

                                                    O portal Revista Central 

O portal Revista Central denunciou por meio da reportagem “Choró vai festejar a seca gastando mais de cem mil reais com o carnaval”, a matéria serviu de base para uma Ação Civil Publica movida pelo Ministério Público do Estado do Ceará, na qual alegou que o município está em estado de emergência, mesmo assim iria gastar mais de R$ 100.000,00 (cem mil reais) com a “folia nas águas”, nomenclatura dado ao carnaval.
A ação civil pública proibindo o Município de efetuar qualquer pagamento para o custeio do Carnaval foi deferida pela Justiça. O promotor de Justiça de Choró Marcelo Gomes Maia Pires, teve por base a informação de que o município teria contratado, com recurso próprio, ao custo de R$ 104.030 para execução de todos os serviços relativos ao Carnaval, tais como a contratação de bandas, montagem, desmontagem de palcos e camarotes, entre outros. O problema é que Choró está em situação de emergência por causa da seca prolongada, que assola a região.
Para o promotor, "é incompatível que os gastos dos recursos públicos sejam direcionados a eventos carnavalescos, quando existem dramas humanos e prejuízo à economia em curso". A juíza Patrícia Fernandes Toledo Rodrigues atendeu o pedido, determinando multa diária de R$ 3 mil, caso haja descumprimento por parte do Município de Choró.
O portal Revista Central também denunciou atrasos nos pagamentos de alguns servidores e prestadores de serviços do município. Nesta quinta-feira,07, o prefeito de Choró Antônio Mendes-Dé anunciou que vai atender a determinação da Justiça e que já cancelou o carnaval na cidade.
Recentemente o prefeito de Quixeramobim, Cirilo Pimenta anunciou que a prefeitura não irá fazer o evento devido à estiagem.

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