sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Ambulância tomba após colisão na BR-116



Uma ambulância de Russas tombou na madrugada desta sexta-feira, 16, na BR-116, em Chorozinho, 64,1 km de Fortaleza.

O acidente ocorreu após o condutor da ambulância fazer um desvio para não bater em um motorista alcoolizado, que invadiu a preferencial, conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Três pessoas ficaram feridas.

De acordo com a PRF, o condutor da ambulância saiu ileso, mas uma técnica de enfermagem teve uma possível fratura no braço, e o acompanhante do paciente apresentava sinais de uma fratura na perna. O paciente, que era transportado na ambulância, já estava em estado grave.

Os feridos foram atendidos pelo Serviço de Atendimento Móvel (Samu) e encaminhados para o Instituto Doutor José Frota (IJF), em Fortaleza.

Redação O POVO Online

11 fatos que provam que a infância dos anos 1980 era bem "vida louca"


1 - Nem crianças nem adultos costumavam usar cinto de segurança quando andavam de carro. O equipamento só se tornou obrigatório a partir de 1997, com o Código Brasileiro de Trânsito.2 - Era normal crianças sentarem no banco da frente dos automóveis. Foi também com o Código que se determinou que elas deveriam andar no banco de trás até os dez anos. Em 2010, nova regra: até os sete anos e meio, deveriam se acomodar em cadeirinhas próprias. Segundo estudos americanos, com o uso adequado do dispositivo, a chance de sobrevivência em caso de acidente é de 71%.
3 - Muitos pais retiravam a tampa do porta-malas para possibilitar que as crianças viajassem nessa área do carro, o famoso "chiqueirinho". Era uma maneira também de acomodar mais passageiros. Atualmente, se alguém cometer essa imprudência e for flagrado, é multado em R$ 191,54 e ganha sete pontos na carteira de habilitação.4- Cigarinhos de chocolate eram comercializados pela empresa Pan, formato impensável para uma guloseima hoje em dia. 5 - Propagandas de bebida alcoólica eram exibidas na televisão e veiculadas pelas emissoras de rádio a qualquer hora do dia. Desde 1996, por lei, esse tipo de publicidade somente pode ser veiculada entre 21h e 6h. 

6 - Propagandas podiam fazer apelos imperativos ao consumo infantil. "Compre Batom" e "Não esqueça a minha Caloi" teriam tudo para serem barrados pelo Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária). 

7 - Janelas e sacadas de sobrados e apartamentos raramente tinham telas de proteção. As estratégias eram outras, como portas trancadas e barricadas com móveis para impedir o acesso à área.
Arquivo Pessoal

8 - Crianças podiam ir a bares, padarias e outros estabelecimentos comprar cigarro a pedido dos pais ou de outros adultos. Desde 1990, o Estatuto da Criança e do Adolescente proíbe vender ou entregar a menores produtos cujos componentes possam causar dependência física ou psíquica. 
9 - Brinquedos não passavam por certificação para verificar se eram seguros. Muitos continham peças pequenas que podiam ser engolidas por bebês, por exemplo. Só em 1988, o Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) tornou compulsória a certificação de brinquedos fabricados ou comercializados no Brasil.



10 - Quem foi criança nos anos 1980, com certeza, ou engasgou com uma bala Soft ou foi proibido pela mãe de consumir a guloseima, justamente pela fama que ela tinha de provocar asfixia devido ao seu formato. O doce --produzido pela empresa Q-Refres-ko e que não existe mais-- ficou conhecido como "bala da morte". 

11 - Era comum dar para as crianças mais seletivas na hora de comer tônicos e fortificantes para estimular o apetite e o crescimento. Nos 1980, o Biotônico Fontoura --produto dessa categoria-- era um hit nos lares brasileiros. Sua fórmula original continha 19,5% de etanol (álcool etílico). Em 2001, uma resolução da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu o etanol na composição de fortificantes.







































Laboratório de sismologia investiga tremores de terra frequentes no Ceará

O Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (LabSis/UFRN) enviou um técnico ao município de Irauçuba (CE), a 154 quilômetros de Fortaleza,  para investigar as atividades sísmicas no local. A cidade vem sendo palco de constantes tremores de terra desde o início de setembro.

O técnico em sismologia Eduardo Alexandre de Menezes está no município colhendo informações sobre as atividades e fazendo palestras com a população sobre os eventos, em conjunto com a Defesa Civil do Ceará. Desde o dia 10 de setembro, quando começaram os tremores, o LabSis registrou, pelo menos, 100 eventos.

Há 24 anos, a população de Irauçuba sentiu um dos tremores de maior magnitude registrados até hoje no Nordeste, que atingiu 4,9 na escala Richter. Na semana passada, houve um de 3,3. As atividades deste ano, no entanto, ocorrem em uma nova área, localizada cerca de 15 quilômetros a norte do local onde foi registrado o abalo em 1991.

Os primeiros desta série de tremores em Irauçuba foram registrados pela estação sismográfica do LabSis que fica no município de Morrinhos, a 127 quilômetros da cidade. Para fazer um mapeamento detalhado da nova área, foram instaladas sete novas estações sismográficas na região.

Os primeiros dados colhidos, segundo Menezes, mostram que os abalos ocorrem a uma profundidade de 8,5 quilômetros. O epicentro (ponto da superfície terrestre onde se registra a intensidade máxima de um movimento sísmico) se localiza entre as localidades de Saco do Juazeiro e Passarinhos. Além de rachaduras nas paredes de algumas residências, não há registro de danos maiores.

“Tremores na ordem de 3, 3,5 e 4 [na escala Richter] não são difíceis de acontecer, pois é uma região que já teve uma ocorrência no passado. Isso requer um monitoramento mais presente para vermos o movimento dessa atividade, se ela pode crescer ou não, e para passarmos as informações à população”, explica o técnico.

O LabSis/UFRN tem 17 estações sismográficas instaladas em todo o Nordeste. Diferente do movimento de placas tectônicas que, devido ao choque, causam terremotos de grande intensidade em alguns países, no Brasil, conforme Menezes, os tremores acontecem devido a esforços no interior da Terra. A deformação da rocha devido ao calor provoca abalos como os registrados em Irauçuba.

O terremoto mais forte registrado no Nordeste, segundo ele, teve magnitude de 5.3 e ocorreu em 1980 em Pacajus, na Região Metropolitana de Fortaleza. Outros dois grandes abalos sísmicos ocorreram em João Câmara, no Rio Grande do Norte (um em 1986, com 5.1, e outro em 1989, com 5.0). Em quarto lugar, está o tremor registrado em Irauçuba em 1991.

Da Agência Brasil

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Mais de 40% dos usuários do Facebook não postam nada na rede social


Mais de 40% dos usuários do Facebook não postam nada na rede socialPesquisa da GlobalWebIndex, uma das maiores consultorias de medição de dados de consumo digital, aponta que 44% dos usuários do Facebook não postam nada em seus perfis nas redes sociais, número maior do que o de pessoas que postam fotos nas suas páginas (43%). A maior atividade a qual os usuários se dedicam é a curtida: 70% curtem as publicações de outras pessoas. Considerando esses dois dados, o Facebook quer aumentar o número de botões de interação, além do curtir para amar, rir, ficar contente, surpreender-se, chorar, ficar bravo. Falar com um amigo é a prioridade de 53% dos usuários, seguido de comentar a foto de um amigo (52%). O Facebook também é usado para ler notícias (51%) e artigos (51%), além de comentar perfil de amigos (48%), ver o que acontece (44%), postar fotos (43%) e textos (38%), e ver páginas de marcas (36%). Pesquisa da rede CNN divulgada na última quinta-feira (7) indica que o principal motivo para adolescentes de 13 anos verificar as redes sociais sem postar nada é sentirem-se entediados.

Secretaria confirma cinco casos de Chikungunya no Ceará

Secretaria confirma cinco casos de Chikungunya no Ceará
A Secretaria de Saúde do Estado (Sesa) confirmou nesta terça-feira, 13, através de “Nota Técnica”,cinco casos da Febre de Chikungunya no Ceará, em 2015. A doença – que é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo da dengue – teve dois casos em Fortaleza, dois em Aracati e um em Juazeiro do Norte. Segundo a pasta, três destes foram importados do Oiapoque, da República Dominicana e da Bahia.
No ano passado, o Estado confirmou seis casos de 26 notificações. De acordo com a Sesa, todos foram importados de pessoas que viajaram para países com transmissão da doença, República Dominicana, Suriname e Taiti, registrados nos municípios de Fortaleza (4), Brejo Santo (1) e Aracoiaba (1).
A nota faz alerta aos estabelecimentos de saúde, portos e aeroportos para o aparecimento de casos suspeitos de Febre de Chikungunya, a fim de desencadear as ações necessárias de investigação epidemiológica e controle vetorial de forma oportuna, evitando a disseminação da doença. Conforme o documento, diante da circulação do vírus da dengue no Ceará, a infestação do Aedes Aegypti em quase todos os municípios do estado e o fluxo intenso de turistas procedentes de áreas com transmissão, favorecem o risco de introdução e circulação viral.
No Brasil, foram registrados neste ano 3.780 casos autóctones de febre Chikungunya, a maioria deles na Bahia, que tem 17 municípios com transmissão da doença, seguida do Amapá, com transmissão em cinco municípios, e Brasília.
Caso suspeito
Paciente com febre de início súbito maior que 38,5ºC e artralgia ou com artrite intensa de início agudo, não explicado por outras condições, sendo residente ou tendo visitado áreas endêmicas ou epidêmicas até duas semanas antes do início dos sintomas ou que tenha vínculo epidemiológico com caso confirmado.

Dengue

De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria da Saúde do Estado na sexta-feira, 9, o Ceará confirmou este ano 50.583 casos de dengue em 168 municípios. Os casos graves da doença somam 756 confirmações e 62 óbitos. Maio é o mês com o maior número de confirmações, com 15.595 casos registrados, e setembro aparece com o menor número de casos, no total de 366.
Curso
Diante da ameaça de instalação da doença, a Sesa realizará de 19 a 23 de outubro, no Hotel Costa do Mar, na avenida Historiador Raimundo Girão, Meireles, em parceria com a Secretaria de Vigilância à Saúde do Ministério da Saúde, o Curso de Atualização em Vigilância e Controle da Dengue, Febre Chikungunya e Zika Vírus. O curso é voltado para técnicos de vigilância epidemiológica e de controle de vetores das Coordenadorias Regionais de Saúde da Sesa e das Secretarias Executivas Regionais de Fortaleza.
Mais informações: (85) 3101.5123
O POVO