quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Uma ‘criança’ recebe pena de morte em Quixadá – O que isto revela sobre nossa sociedade?

Antônio Caio Lopes Soares é mais um nome que será transformado em estatística sobre a violência. Ele foi assassinado com seis tiros na tarde desta terça-feira, dia 16, no outrora pacato município de Quixadá, no interior do Estado do Ceará.
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Os disparos efetuados contra ele atingiram-lhe na cabeça, no tórax, no peito e nas nádegas. Diante dos primeiros tiros, seu instinto de sobrevivência ainda o moveu a correr, mas a morte o alcançou sem piedade, deixando-o caído, banhado com o próprio sangue, numa dessas calçadas que já foram palco de animadas conversas entre vizinhos em lugares como Quixadá.
Este seria apenas mais um homicídio numa cidade que já está acostumada a ler sobre execuções a bala, não fosse um detalhe: Caio tinha apenas 14 anos quando alguém decidiu aplicar-lhe apena de morte.
Como ocorre com frequência em casos deste tipo, recebemos informações de vários leitores explicando que a vítima se tratava de um “jovem difícil” e que, embora ainda muito novo, já tinha um passado “questionável”, como afirmaram.
O fato central desta história, no entanto, é que Caio era, para todos os efeitos, boa ou ruim, uma “criança” (no sentido reflexivo do termo, pois, de acordo com o ECA, criança vai até os 12 anos de idade) e, como tal, a vida que ele levava, bem como sua execução brutal é bastante reveladora, expondo as paredes deterioradas de instituições como o Estado e a família, nas debilidades das quais a criminalidade se ergue e se mantem.
Se assumirmos que Caio era uma criança “sem jeito” e que seria incapaz de alterar o curso da sua vida, de modo a alinhar-se ao conjunto de cidadãos de bem, estaremos nos declarando rendidos ao crime e assumindo que a nossa sociedade está de joelhos perante o império do mal.
Por outro lado, se entendermos que uma pessoa de apenas 14 anos normalmente representa sonhos e esperança de um mundo melhor, alcançaremos a percepção de como a execução brutal dela – bem como aquilo em que o Estado e a família foram incapazes de impedir que ela se transformasse em idade tão tenra – desestrutura-nos enquanto sociedade.
Se o envolvimento de crianças com o crime já representa um insulto à ordem social, a aplicação da pena de morte a uma delas – e bem no meio das nossas ruas, à luz do dia -, é um estupro coletivo às nossas sensibilidades, um ataque às nossas instituições, uma provocação às nossas forças e à nossa capacidade de retaliar com aquilo a que chamamos de justiça.
Junto ao corpo de Caio, o assassino – também uma possível vítima de um sistema falido -, juntou-se à realidade que transformou o garoto em quem ele era para deixar caídos, banhados de sangue sobre aquela calçada, também homens e mulheres de bem, famílias, governos, nossa sociedade, nossas esperanças de dias melhores, aquilo que chamamos de civilização.
E isto tudo certamente deve nos fazer parar para refletir: Onde estamos errando? Onde estamos deixando de investir? O que deveríamos exigir com mais vigor daqueles que comandam os destinos do país? Por que nossas famílias estão tão enfraquecidas? Por que nossos jovens estão se perdendo e, em consequência, pagando com a própria vida? Estamos tratando a criminalidade da maneira correta? Até que ponto o voto ajuda a mudar este cenário? Por que indivíduos se sentem livres e em condições de executar um garoto em uma de nossas ruas?
Caio será transformado, como dito no princípio, em um número para estatística. O seu assassinato, porém, caso seja absorvido como normal e aceito como parte do cotidiano de uma sociedade sangrenta e sem jeito, terá nos transformado, depois de séculos de processo civilizatório, novamente em bárbaros.
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pp-150x150Por Gooldemberg Saraiva

Conheça o cover de Wesley Safadão que fatura 200 mil por mês e é confundido com o cantor

Brasil - Entretenimento
Wesley Safadão tem hoje o segundo maior cachê de shows no Brasil, só perdendo para Roberto Carlos. São R$ 500 mil por apresentação. E há quem surfe nessa onda de carona. Filipe Fantin, de 24 anos, está sendo chamado de “Safadinho”. Apelido dado pelo próprio Safadão após dar de cara com seu genérico.
Filipe não é o cover oficial do cantor cearense, mas assim como Wesley tem enchido seu cofrinho. A agenda está cheia até março de 2016, com shows em Minas Gerais e no Espírito Santo, onde ele nasceu. Por cada pisada no palco, ele fatura cerca de R$ 10 mil. Só em dezembro, tem 17 apresentações, fazendo até duas por noite.
Brasil - Entretenimento 02
Safadão e Safadinho se conheceram em outubro do ano passado.
Resultado? Filipe já ganha aproximadamente R$ 200 mil por mês. “Não vou negar que a comparação fez aumentar a procura por meu trabalho. Se teve crise em algum lugar ela não chegou aqui”, brinca Filipe, que passou a usar os cabelos compridos como os do ídolo e a ser confundido com ele: “Me pedem foto e só depois veem que não sou ele, mas ficam de boa, pedem a página do Facebook e o Instagram, para conhecer meu som”.
Em outubro do ano passado, Filipe finalmente conheceu Wesley. “Abri um show dele num festival de arrocha e cantamos juntos”, recorda: “Ele me olhou e disse: ‘Rapaz, não é que você é igual a mim?! É o Safadinho!’”.
Alcunha dada, Filipe aproveita para mostrar também seu trabalho autoral. “Só em 50% do show canto músicas do Safadão, mas mostro as minhas e estou me preparando para gravar um DVD”, avisa o Safadinho que, apesar de casado e pai de Maria, de 4 meses, tem sido muito assediado pelo público feminino: “A mulherada cai mesmo em cima, já tive roupa rasgada e tudo”.

Fonte: Jornal Extra

Tomaz Holanda quer cumprimento de decisão que extinguiu taxa do Detran

Dep. Tomaz Holanda (PPS)Dep. Tomaz Holanda (PPS)Foto: Máximo Moura
O deputado Tomaz Holanda (PPS) pediu, em pronunciamento durante a ordem do dia da sessão plenária desta sexta-feira (18/12), o respeito de decisão do  Alcides Saldanha Lima, da 10ª Vara Federal, que considera ilegal a taxa de alienação de veículos.  De acordo com o parlamentar, este tributo, que varia de R$108 até R$ 600, ainda continua sendo cobrado pelo Detran.
O parlamentar deu o exemplo de Maria do Socorro Aguiar Rodrigues, que  foi fazer o financiamento de um carro e já sabia que não poderia ser mais cobrada a taxa. “No entanto, quiseram cobrar R$ 361,69”, afirmou. Tomaz Holanda pediu ao  secretário institucional Nelson Martins que intervenha, para que seja respeitada a decisão judicial.
RG/AT

Tomaz Holanda anuncia filiação de Cristovam Buarque ao PPS

Dep. Tomaz Holanda (PPS)Dep. Tomaz Holanda (PPS)Foto: Máximo Moura
O deputado Tomaz Holanda (PPS) destacou, durante o primeiro expediente da sessão plenária desta quarta-feira (17/02),  a filiação do senador Cristovam Buarque ao PPS. “Parabenizo o senador pela filiação a esse partido que não tem nenhum parlamentar envolvido em escândalos”, comemorou.
O parlamentar ressaltou que a oficialização da entrada do senador na agremiação será nesta quarta-feira, em discurso no Senado Federal. Cristovam Buarque era filiado ao PDT. “Cristovam será fundamental para o PPS na construção da ética e superação da crise política”, observou.  
Tomaz Holanda salientou também que, no próximo sábado (20/02), será realizada a reunião do Diretório Estadual Ampliado do PPS. O evento acontece a partir das 9h, na Câmara Municipal de Fortaleza. Adiantou ainda que, na ocasião, será formalizada sua pré-candidatura à Prefeitura de Quixeramobim.
Ainda durante seu discurso, o deputado parabenizou o jornalista Eribelto Silva pelo lançamento do livro “A Saga do Padre Tomás: O construtor de homens”.
O parlamentar ressaltou que a publicação será lançada na sexta-feira (19/02), a partir das 19h, na quadra poliesportiva do bairro Antônio Bezerra. “Essa publicação conta a história do padre Tomás, que veio da Espanha para o município de Trairi. Vendo a dificuldade do povo trairiense, o sacerdote desenvolveu um trabalho voltado à educação e alfabetização do povo”, frisou.
Em aparte, o deputado Fernando Hugo (SD) parabenizou o senador Cristovam Buarque pela filiação ao PPS. “Cristovam é um político dedicado à educação e vai para fortalecer os quadros do PPS”, disse.
GM/CG

Quixadá: Homem é executado a tiros quando seguia para pedreira, em Várzea da Onça


vazea_pedrieraA esposa disse que seu esposo não usava droga, bem como não tinha ideia do motivo do crime.
Um homem que estava seguindo para o trabalho foi assassinado a tiros durante a tarde desta terça-feira, 16, no município de Quixadá, na região Central do Ceará. A vítima tombou em cima de sua motocicleta, sendo acertado por três tiros, é o que revelou o perito criminal.
Francisco Edson Rodrigues Torquato, 25 anos, estava seguindo para uma pedreira, local onde trabalhava, porém, foi assassinado ao ser lesionado por três tiros de revólver. Segundo a Perícia Forense, a vítima foi lesionada por projeteis na nuca e o rosto.
A esposa estava no local bastante comovida, disse que seu esposo não usava droga, bem como não tinha ideia do motivo do crime. O patrão também se diz perplexo, tendo em vista que era um homem trabalhador.
Para os policiais, algum motivo tinha para que o caso fosse consumado, “ninguém adentra um matagal desse para matar alguém sem motivo”. Inspetores da Polícia Civil estiveram no local fazendo os primeiros levantamentos. A Polícia Militar fez buscas na região, mas até o momento ninguém foi preso.
Os agentes da Perícia Forense encontraram dificuldade, tendo em vista que o rabecão ficou aproximadamente 1km devido a impossibilidade da estrada. O corpo foi levado para o Nucleo de Perícia Forense da região Central, em Quixeramobim. 
O crime foi na localidade de Poço Verde, Distrito de Várzea da Onça. A vítima era casado, tinha uma filha de 2 anos. 
Clique e veja o vídeo
Serviço:Com informações do site Revista Central. 
9º Batalhão da Polícia Militar em Quixadá
Rua Tenente Cravo - Campo Velho
Telefone: (88) 3445-1042 / 190
Delegacia Regional de Polícia Civil de Quixadá
Rua Presidente Vargas - Campo Novo
Tel. (88) 3445-1047