Nesta quarta-feira, 20, a aposentada Núbia de Aguiar da Silva, 70, recebeu alta do Hospital Regional do Sertão Central (HRSC), localizado em Quixeramobim, apenas um dia depois de ter passado por uma cirurgia complexa. Ela foi a primeira paciente a passar por um procedimento tão invasivo com a reutilização do próprio sangue no HRSC. A cirurgia ocorreu na terça-feira, 19.
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quinta-feira, 21 de novembro de 2019
Paciente de 70 anos realiza cirurgia complexa no HRSC, em Quixeramobim, sem usar transfusão de sangue
domingo, 17 de novembro de 2019
Veículos terão novo modelo de placa
A partir do dia 31 de janeiro de 2020, as placas de veículos brasileiros devem estar no modelo do Mercosul, para livre trânsito nos países do bloco. E o Detran-DF está pensando em terceirizar o serviço de emplacamento na capital. O assunto será alvo de audiência pública, na próxima terça-feira (19), às15h, no Palácio do Buriti.
Atualmente , o DETRAN compra as placas de uma empresa licitada e faz a instalação nos veículos. Se for aprovada a mudança, o serviço de instalação passaria a empresas credenciadas. Será necessário fazer licitação em breve para que, a partir do ano que vem, já sejam confeccionadas e instaladas as novas placas.
A mudança de placas para o padrão Mercosul está prevista na resolução 780 de 26/06/2019 , do Contran. Os motoristas não serão obrigados a correr para trocar as atuais placas. A resolução vale para os novos emplacamentos. (Do Congresso em Foco)
Atualmente , o DETRAN compra as placas de uma empresa licitada e faz a instalação nos veículos. Se for aprovada a mudança, o serviço de instalação passaria a empresas credenciadas. Será necessário fazer licitação em breve para que, a partir do ano que vem, já sejam confeccionadas e instaladas as novas placas.
A mudança de placas para o padrão Mercosul está prevista na resolução 780 de 26/06/2019 , do Contran. Os motoristas não serão obrigados a correr para trocar as atuais placas. A resolução vale para os novos emplacamentos. (Do Congresso em Foco)
quinta-feira, 14 de novembro de 2019
Se União mantiver repasses, Cinturão só será concluído em 2025
O cenário da segurança hídrica no Ceará não é dos melhores. Mesmo com a confirmação do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) de que o Estado terá, até o fim do ano, um novo repasse de R$ 15 milhões para o Cinturão das Águas, as obras do equipamento só deverão ser concluídas daqui a seis anos. Isso, no entanto, só deverá acontecer se o Governo Federal mantiver os valores em um patamar próximo a R$ 100 milhões por ano, algo que não acontecerá em 2019, segundo dados do próprio MDR. A previsão é de Francisco Teixeira, titular da Secretaria de Recursos Hídricos do Ceará.
"A gente já recebeu R$ 52,2 milhões para as obras do Cinturão das Águas, e o Ministério tem a previsão de mandar mais R$ 15 milhões até o fim ano. Com essa verba, nós terminamos de quitar as dívidas, e estamos caminhando para concluir mais dois lotes, o 1 e o 2. Já concluímos o 5 e, com esse dinheiro, poderemos ter três concluídos", disse Francisco Teixeira.
Com a chegada dos novos recursos, a previsão é entregar os lotes 1 e 2 do Cinturão até o fim do primeiro trimestre de 2020, em março. A conclusão dessas duas etapas possibilitaria, segundo Teixeira, que o fluxo de água que passar pelo equipamento chegue ao Açude Castanhão, levando os recursos hídricos até Fortaleza.
"Temos cerca de R$ 7 milhões de dívidas no lote 3, com as obras andando muito lentamente, e, no 4, que está parado, temos apenas 4% ou 5% concluídos. Finalizar os lotes 1 e 2 nos daria 80 quilômetros disponíveis, mas ter os 150 quilômetros seria o ideal", afirmou o secretário.
Necessidade
Teixeira disse ainda que seria necessário investir R$ 600 milhões no Cinturão das Águas. Caso a União decida repassar R$ 200 milhões em 2020, o secretário projetou que seria possível dar continuidade às obras do lote 3 de forma tranquila. Contudo, se a União mantiver o mesmo patamar de valores destinados à obra abaixo de R$ 100 milhões, como será em 2019, o Cinturão das Águas só deverá ser concluído em 2025.
"Se viesse R$ 200 milhões em 2020 poderíamos tocar as obras dos lotes 3 e 4, mas se vier em igual patamar de 2019 vamos poder tocar apenas o 3, mas de forma mais lenta. Se vier R$ 100 milhões, daria para o lote 3 andar bem, ainda é incerto", disse Teixeira. "É complicado, a gente já investiu, entre recursos do Estado e União, R$ 1,280 bilhão, mas a gente teria de investir ainda R$ 600 milhões para concluir tudo. Mas se ficar vindo sempre R$ 100 milhões por ano, são mais 6 anos para frente para terminarmos o Cinturão", completou.
Equívoco
Na última quarta (13), o Ministério do Desenvolvimento Regional corrigiu a informação de que teria repassado R$ 77 milhões para as obras do Cinturão das Águas no Ceará. A Pasta reconheceu ter cometido um equívoco. O valor correto é de R$ 52,2 milhões.
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