sábado, 25 de novembro de 2017

Polícia Civil prende dois homens e apreende armas, munições e material explosivo em Quixeramobim


Uma ação desencadeada por policiais civis da Delegacia Municipal de Quixeramobim e do DPI Sul, com apoio das Delegacias Regionais de Quixadá e de Senador Pompeu resultou nas prisões de dois homens, um deles comerciante, e nas apreensões de armas de fogo, munições e materiais explosivos. Os trabalhos aconteceram ontem (24), em Quixeramobim, com base em investigações iniciadas após denúncias anônimas feitas à unidade policial local.

A partir do que foi apurado, os policiais saíram em diligência e chegaram até um imóvel localizado na Rua 14 de agosto, no Centro de Quixeramobim. No local, que além de residência também funcionava um ponto comercial, os agentes de segurança localizaram Altamir Vieira da Silva Júnior (48). A princípio, foram encontradas no comércio várias munições de diversos calibres, entre 45, 38, 32, 20 e 12; 11 rojões; 49 caixas com 20 bombinhas em cada e outras 12 avulsas; três recipientes, sendo um com espoletas e outros dois contendo pólvora; 20 espoletas, oito delas para explosivos; fogos de artifício; e três unidades de cabo incendiário com espoleta.

Após questionamentos por parte dos policiais, Altamir disse que possuía um revólver calibre 32, mas que este estava em manutenção, na residência de um homem identificado como Jonatas de Lima (44). A partir daí os agentes seguiram para a Fazenda Boa Esperança, onde estava apenas a filha de Jonatas. Ela autorizou a entrada dos agentes, que deram início a uma revista no local e localizaram várias munições de diversos calibres e armas em manutenção, entre espingardas e revólveres. A mulher foi conduzida até a Delegacia de Quixeramobim, onde, instantes depois, Jonatas se apresentou e entregou a arma pertencente a Altamir.

Na unidade policial, Altamir foi autuado por comercio ilegal de arma de fogo, posse ilegal de munição de uso permitido, porte ilegal de artefato explosivo, receptação e porte ilegal de substância nociva a saúde humana. Já Jonatas foi autuado a crime equiparado ao comercio ilegal de arma de fogo, por prestar serviços consertando armamentos de forma irregular. (Com SSPDS)

Temer passará por cateterismo em hospital em São Paulo


O presidente da República, Michel Temer, deu entrada no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, às 19h04 para revisão médica. O presidente passará por uma reavaliação urológica e um cateterismo, que consiste em uma introdução de um cateter (tubo extremamente fino) pela artéria do braço ou da perna que vai até o coração. A princípio, os dois procedimentos deverão ser feitos hoje (24), conforme o hospital.

O motivo do cateterismo é uma obstrução parcial em uma artéria coronariana, que foi revelada no início de outubro — e confirmada, à época, por seus médicos.

No dia 27 de outubro, Temer foi submetido a um procedimento na próstata por causa de uma desobstrução do canal uretal e, por isso, passará pela revisão hoje. (Com Eliomar de Lima)

A festa já está preparada; Ceará se despede da série B contra o ABC

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Com o objetivo do ano alcançado, o acesso, o Ceará joga seu último jogo na série B 2017 na tarde de hoje, 25, contra a equipe já rebaixada do ABC. A expectativa é de que a festa seja grande. A partida baterá recorde de público da série B e do futebol cearense: serão 57 mil torcedores no Estádio Castelão.

Embora já tenha conseguido o acesso, os jogadores do Vovô garantem que irão buscar a vitória para encerrar a competição em terceiro colocado. "Será um jogo de festa pelo nosso acesso, com o Castelão lotado e por isso temos que jogar por toda esta torcida que estará lá para nos ver jogar. Esse grupo já provou ser muito concentrado e queremos a vitória para coroar nossa campanha", declarou Ricardinho.

O jogo acontecerá as 16:30 (horário local) e terá transmissão em TV aberta pela TV Verdes Mares e em outros canais por assinatura.

Quixeramobim: Suspeito de matar o próprio irmão é preso pela Polícia Civil


Uma investigação desenvolvida pela Delegacia Municipal de Quixeramobim, na Área Integrada de Segurança 20 (AIS 20), resultou na captura de um homem suspeito de matar o próprio irmão, no último domingo (19), na cidade do Sertão Central cearense. A prisão ocorreu nessa quinta-feira (23), por meio do cumprimento de um mandado de prisão preventiva.
De acordo com o delegado Cláudio Almeida, Raimundo Galeno Moreira da Silva (40) matou o irmão, Raimundo Moreira da Silva (50), com golpes de faca e a tiros, após a vítima iniciar um relacionamento com a ex-mulher do suspeito. Antes do homicídio, o homem havia fugido com a companheira e retornou após um terceiro irmão afirmar que Galeno não guardava rancor pelo envolvimento amoroso dos dois.
A vítima foi morta na localidade de Pedreira e, após o fato, o homicida empreendeu fuga. Um inquérito policial foi instaurado, inicialmente, na Delegacia Regional de Quixadá e transferido para a Delegacia Municipal de Quixeramobim, que deu continuidade às investigações. Sentindo-se pressionado com as investidas que a Polícia Civil vinha realizando no intuito de prendê-lo, Galeno resolveu se entregar. Ele foi ouvido e, em seguida, foi encaminhado para uma unidade prisional, onde está à disposição da Justiça

Veja a materia relacionada na página do Facebook do Quixeramobim News

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

“Operação Contra Tempo”: Comandada por Delegado André Firmino prende Pai, Mãe e Filho da família “Cigano” acusada de cometer duplo homicídio no ano 2000 em Itapajé

Operação Contra Tempo: Delegado André Firmino e sua equipe prende Pai, Mãe e Filho da família “Cigano” acusada de cometer duplo homicídio no ano 2000 em Itapajé
O crime ocorreu após um dos integrantes da família Cigano, conhecido como Gleyssinho, discutir com uma das vítimas, Carlos César, em um bar
O fato teve uma grande repercussão nacional. No Ceará, o duplo homicídio ficou conhecido como “chacina de Itapajé”. 
A Polícia Civil prendeu, nesta quarta-feira (22), três pessoas da família”Cigano” acusadas de cometer duplo homicídio no 2000, em Itapajé. O trio foi capturado durante a Operação “Contra o Tempo” – deflagrada pelos policiais da Delegacia Municipal de Itapajé – em uma localidade de difícil acesso, conhecida como Anajá, zona rural de Canindé.

As prisões foram efetivadas antes que o crime prescrevesse – no Brasil, os homicídios não solucionados prescrevem após 20 anos. Em posse do trio, a polícia apreendeu 23 munições de calibres variados. Eles foram indiciados por falsidade ideológica e posse de munições de arma.
Policiais da Delegacia Regional de Quixadá deram apoio na ação. Essa fase final – a de cumprimento do mandado de prisão – foi coordenada pelo delegado André Firmino,titular da delegacia municipal de Itapajé.
Os suspeitos Francisco Augusto Costa, o “Alfredo Cigano”, Maria Ziulan da Costa, a “Cigana”, e Francisco Gleyson Costa, o “Gleyssinho” eram investigados pelas mortes de Carlos César Barroso Magalhães, que na época tinha 22 anos, e de José Wilson Barroso Forte Júnior, de 27 anos.
Eles também são acusados de balear Maxwell Magalhães, com 23 anos à época, que sobreviveu, mas ficou tetraplégico.
O crime, cometido em julho do ano 2000, ocorreu após uma discussão, em uma festa na cidade de Itapajé, envolvendo Gleyssinho e Carlos César. O fato teve uma grande repercussão nacional. No Ceará, o duplo homicídio ficou conhecido como “chacina de Itapajé”.
Relembre o caso
Na festa, Carlos César teria ido reclamar com Gleyssinho sobre a namorada dele, que estava sentada sobre o capô do veículo da vítima. No mesmo dia, a família de ciganos se reuniu na intenção de localizar César, mas não obtiveram êxito.
Parentes de Carlos passaram a ser ameaçados pela família do suspeito. Após três dias do desentendimento na festa, a vítima procurou Gleyssinho para pedir desculpas pelas reclamações que fizera.
Aparentemente, tudo estava resolvido entre os dois. Mas, na semana seguinte, Carlos César e um sobrinho encontram o suspeito em um bar, onde acabou ocorrendo uma nova desavença entre eles. Eles chegaram a trocar agressões. A briga foi separada por pessoas que estavam no local.

Gleyssinho saiu do bar e voltou armado e acompanhado do pai Alfredo Cigano; da mãe Ziulan e do tio José Gomes da Costa, conhecido por “Flávio Cigano”. Eles efetuaram disparos que mataram Carlos César e José Wilson. Durante a confusão, o sobrinho de Carlos, Maxwell Magalhães, foi atingido por um dos disparos no queixo. A bala acabou se deslocando para a médula óssea, o que deixou Maxwell tetraplégico.

Flávio Cigano foi o único preso na época. O restante da família fugiu logo após o crime.

Na época do ocorrido, o pai de José Wilson Júnior, José Wilson Barroso Forte, “Foi um crime bárbaro, sem justificativa. Meu filho tentou acalmar os ânimos e foi o primeiro a ser morto. Ele levou dois tiros na cabeça e um no abdômen, de rifle calibre 44. Já o Carlos Césár recebeu um tiro na cabeça e o Maxwell foi baleado no queixo. A população está triste e revoltada, por isso esperamos que a Polícia. prenda logo esses assassinos”, disse à época.