sábado, 26 de agosto de 2017

Sargento da PM morre após ser baleado no peito em tentativa de assalto em Fortaleza




Vítima foi socorrida para o IJF, mas não resistiu aos ferimentos


Um policial militar foi baleado no peito durante tentativa de assalto na tarde desta sexta-feira (25), no bairro Guararapes, em Fortaleza. O sargento Edvaldo José Santana Flexa chegou a ser socorrido ao Instituto Dr. José Frota (IJF), mas não resistiu aos ferimentos.

Conforme informações do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), o sargento foi baleado no tórax e já deu entrada na unidade entubado, em estado grave. Flexa estava de folga, saindo de uma clínica de fisioterapia, quando abordado por uma dupla criminosa.

A Polícia Civil informou que o policial foi surpreendido quando entrava em seu carro particular. Dois homens chegaram em uma motocicleta, um deles desceu, anunciou o assalto e disparou contra a vítima. Não se sabe ainda quais objetos pessoas do sargento foram roubados. Nenhum dos suspeitos foi capturado.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) informou ainda que a Polícia Militar está em diligência à procura dos responsáveis pelo crime.

Com informações do Diário do Nordeste

Biografia de Belchior, escrita por Jotabê Medeiros, chega às lojas


Pouco antes de abril deste ano, a vida de Belchior era um livro aberto. Refugiado depois de correr o mundo e se abrigar numa cidadezinha no extremo sul do País, o cearense mantinha-se em segredo. Com ajuda de uma rede de amigos, pulou de casa em casa depois de um período no Uruguai, onde foi caçado pela imprensa brasileira. Depois do dia 30 daquele mês, porém, a obra fechou-se – a vida do artista, pintor, letrista e erudito, pai de família e segregado, ganhava um capítulo final.

É esse capítulo derradeiro que chega hoje às livrarias como parte do livro Belchior – apenas um rapaz latino-americano, da editora Todavia. Foi ele também que trouxe o autor da obra, Jotabê Medeiros, ao Ceará naquele fim de semana, quatro meses atrás. O jornalista estava de passagem comprada para Santa Cruz do Sul, no interior gaúcho. Lá, tentaria encontrar o bardo, sobre quem vinha escrevendo há cerca de dois anos.

Vida e obra de Belchior
A morte, entretanto, pôs tudo ao avesso. “O livro se alterou”, conta Jotabê em entrevista ao O POVO por telefone. “O trabalho estava pronto, mas tinha uma perspectiva de obra aberta porque o biografado podia aparecer e retomar carreira.” Agora era diferente. Belchior tinha se apartado definitivamente“Com a morte eu tive que imaginar uma coisa mais retrospectiva”.

Foi daí que surgiu desafio maior ainda. Apanhar o músico e compositor cearense não como um artista cuja produção pudesse ser recuperada a qualquer momento, gesto pelo qual muitos esperavam, mas como uma história com início, meio e fim. E disso resultou que se perguntasse: afinal, quem tinha sido Belchior?

Sem pretensão de esgotá-la, essa é a pergunta que atravessa as pouco mais de 200 páginas que acompanham o artista desde os anos no mosteiro dos Capuchinhos, em Guaramiranga (CE), até os anos de sumiço e peregrinação. Depois de centenas de entrevistas e depoimentos, muitos dos quais colhidos após a morte do músico (uma ex-namorada de Belchior, por exemplo, que se recusara a falar enquanto o artista estivesse vivo), Jotabê arrisca um palpite: “Eu acho que, dos intérpretes de si mesmo, desses que foram compositores e cantores de suas músicas, Belchior foi um dos três maiores. Ele é tão grande quanto Chico e Caetano. Não tenho dúvida em afirmar isso”.

O jornalista, um dos maiores especialistas em música do País, explica por quê: “Tanto Caetano quanto Chico examinam a realidade brasileira em suas canções. Caetano faz isso com o ‘eu’ lírico, Chico também. O Belchior se confunde com os objetos que examina, ele é parte da narrativa, nunca está longe. Não está vendo o povo, ele é o povo brasileiro. É erudito e popular ao mesmo tempo. Sempre inquieto, antenado com tudo. Um literato também. Um enigma”.

A biografia cuida em tentar entender o artista por outras vias que não apenas a da obra. Para tanto, Jotabê revela que, somente depois da morte de Belchior, alguns amigos e pessoas próximas se sentiram à vontade para falar. Foi o caso do analista do músico, o psiquiatra Barbosa Coutinho, eternizado na canção Divina comédia humana. No livro, Coutinho lembra de ter presenteado Belchior com as obras completas de Freud. Noutra passagem, o amigo também se pergunta sobre a natureza errante do artista.

E, a seu modo, tateia uma resposta: Belchior, ao final, tornou-se uma espécie de “santo radical”, desses “comiam a pele dos doentes para mostrar sua capacidade de pureza”. Tudo nele era uma “luta contra a impossibilidade de construir uma identidade”.

Serviço:
“Belchior - apenas um rapaz latino-americano”
Autor: Jotabê Medeiros
240 páginas Editora Todavia
Preço: R$ 49,90 (Do O Povo Online)

Tarifa de água no Ceará terá aumento de 4,33% a partir de setembro


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Os consumidores de água e esgoto do Ceará vão pagar mais pelo consumo. É que entra em vigor em 23 de setembro o complemento da revisão tarifária da Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece). O percentual aplicado neste segundo momento será de 4,33% para todo o estado, de forma linear para todas as categorias. Em junho, a Cagece já havia aplicado um reajuste médio de 12,9% nas tarifas de águas e esgoto, quando o preço do m³ passou a R$ 3,17.

Os valores revisados passam a valer para tarifas de abastecimento de água e esgotamento sanitário em Fortaleza e nos demais 150 municípios atendidos pela empresa. A tabela com a nova estrutura tarifária será publicada em trinta dias no portal da companhia.

Em maio, as agências reguladoras no estado haviam autorizado aplicar revisão ordinária de 17,23% nas tarifas de água e esgoto. Como forma de amenizar o impacto financeiro no orçamento do cliente, a Cagece decidiu aplicar a revisão em duas etapas, a primeira de 12,9% em junho e o complemento de 4,33% em setembro.

Segundo a companhia, o objetivo da revisão é chegar à tarifa média de R$ 3,55 por metro cúbico, autorizada pela Autarquia de Regulação, Fiscalização e Controle de Serviços Públicos de Saneamento Ambiental (ACFOR) e pela Agência Reguladora dos Serviços Públicos Delegados do Estado do Ceará (ARCE).

A decisão do percentual adotado pelas agências reguladoras levou em consideração a importância de manter o equilíbrio financeiro da empresa, fragilizado pelo aumento nos custos de produção e operação causados pela crise hídrica, pela redução gradativa no consumo de água observada em Fortaleza e Região Metropolitana e pelo aumento nos preços dos insumos. (Do G1 - Ce)

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Rajadas de vento de até 85 km/h causam estragos em Viçosa do Ceará





Estruturas sofreram danos com as fortes rajadas de ventos na cidade de Viçosa do Ceará nesta terça-feira (22). Alguns comércios e casas foram destelhados com a força do vendaval, principalmente no Bairro Padre Vieira, na periferia da cidade. Imagens mostram casas sem telhas, cobertura de alumínio derrubada e um muro caído. 

De acordo com a Defesa Civil, não há registro de pessoas feridas em consequências dos ventos e danos estruturais. Conforme a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos, os ventos atingiram uma velocidade de até 85 km/h. Conforme a escala de Beaufort, usada na meteorologia para medir a intensidade dos ventos, o fenômeno atingiu o grau 9 e é interpretado como uma ventania capaz de provocar danos em árvores e pequenas construções. 

Segundo o meteorologista da Funceme Raul Fritz, essas rajadas se originaram de ventos descendentes das bases das nuvens que se formaram no local. “A região serrana pode facilitar o surgimento de um fenômeno como esse. Houve uma conjunção de fatores meteorológicos favoráveis (umidade do ar mais elevada, convergência de ventos e orografia) no local, que facilitaram a ocorrência da ventania e os danos observados”, afirma Fritz. 

Com informações, G1

Homem atira em tatu mas bala bate no casco e atinge seu rosto





Um homem, nos Estados Unidos, se deu mal após uma caçada. A caça, na ocasião, não era nenhuma fera indomável e perigosa, mas sim um simples tatu. O que aconteceu é que o caçador deu três tiros no animal, mas a bala ricocheteou no casco e voltou para o rosto do atirador.

A bala atingiu o homem na mandíbula, que foi levado ao hospital local e sobreviveu. Já o animal não foi encontrado após o episódio, que foi relatado pelo xerife local, Larry Rowe, do condado de Cass, no Texas.

Fonte: Curta Mais e G1