terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Polícia captura assaltante em Senador Pompeu


Francileudo Figueiras de Sousa, de 19 anos, foi capturado pela Polícia nesta segunda-feira, 01, acusado de praticar assaltos no município de Senador Pompeu. No momento da prisão, o acusado portava um facão, além de um celular.

Denúncias confirmam que Francileudo realizava os crimes com um menor, de 16 anos, nas proximidades da Fazenda Lazareto. O menor conseguiu fugir, mas a Polícia já o identificou. O jovem de 19 anos foi preso na Delegacia Regional da Polícia Civil daquele município.

Postado por: Jornalismo - Sistema Maior de Comunicação

Corpo de mulher é encontrado enterrado em fazenda no município de Banabuiú

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A mãe da vítima informou aos policiais que ameaças de morte eram constantes por parte do acusado.
Um homem de alta periculosidade e foragido da Cadeia Pública da cidade de Quixadá, está sendo acusado de matar mais uma pessoa de forma cruel, dessa vez, em Banabuiú. O suspeito é condenado a 27 anos de reclusão por ter cometido um crime de latrocínio contra um mototaxista, no ano de 2011, no município de Quixadá, mas conseguiu fugir no dia 09 de agosto de 2014. 
Nesta terça-feira, 02, populares encontraram o corpo de uma mulher que estava desaparecida há quatro dias, na localidade de Capão de Maxixe, zona Rural de Banabuiú. A estudante Maria Gleiciane Araújo da Silva, 20 anos, foi assassinada e enterrada. 
O corpo foi encontrado na Fazenda da Dona Mazé, a proprietária disse que só ficou sabendo ao limpar o terreno. 
O acusado é um indivíduo Mayrton Alves Ferreira, de 27 anos, vulgo “Motinha” ou “Mototaxista”, foragido da justiça e tido como de alta periculosidade. O criminoso estaria morando na Fazenda da Dona Mazé, como caseiro, onde atraiu a vítima para cometer o crime.
A mãe da vítima informou aos policiais que ameaças de morte eram constantes por parte do acusado. 
Mayrton Alves Ferreira matou de forma cruel no dia 13 de maio de 2011, o mototaxista Eduardo Holanda Costa, durante assalto ocorrido no distrito de Tapuiará, no município de Quixadá. Na ocasião, utilizou uma roçadeira para cortar o pescoço da vítima. 
Em janeiro de 2012, Mayrton tentou matar um companheiro de cela de cognominado “Zú”. O homem teria usado um punho de rede. O elemento estava incomodado com o odor provocado por uma infecção no seu ouvido direito.
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Serviço:
9º Batalhão da Polícia Militar em Quixadá
Rua Tenente Cravo - Campo Velho
Telefone: (88) 3445-1042 / 190
Delegacia Municipal  de Banabuiú (12° Região)
Avenida Queiroz Pessoa,538

Telefone: (88) 3426.1190 O portal REVISTA CENTRAL 


Nova versão do Google Glass terá chip da Intel, diz The Wall Street Journal


1Uma nova versão dos óculos inteligentes do Google, prevista para ser lançada no ano que vem, será alimentada por tecnologia da Intel, de acordo com reportagem do “The Wall Street Journal” nesta segunda-feira (1º).
O chip da fabricante de microcomputadores substituirá o processador de sua rival Texas Instruments, utilizado na primeira versão do Glass, disse o jornal, citando fontes anônimas.
Segundo a publicação, a nova versão provavelmente terá bateria mais durável. Atualmente, o aparelho aguenta cerca de um dia -ou poucas horas dependendo das funcionalidades utilizadas- antes de precisar de uma nova recarga.
Representantes do Google, da Intel e da Texas Instruments não comentaram o assunto.
Alardeado como um dos maiores representantes do futuro da computação, o Glass vive um momento de estagnação, enquanto desenvolvedores, marcas e mesmo funcionários do Google abandonam projetos ligados ao aparelho vestível.
Segundo levantamento da agência “Reuters“, nove de 16 dos principais programadores de aplicativos voltados para os óculos inteligentes desistiram dos programas em que trabalhavam desde que o aparelho foi lançado para desenvolvedores em 2012.
O plano da Intel, conforme pontua o “WSJ”, é promover o uso do aparelho em redes hospitalares e indústrias de construção, entre outros ambientes de trabalho contemplados pelo programa “Glass at Work” -iniciativa do Google que incentiva o uso dos óculos por funcionários que utilizam as mãos para trabalhar, mas precisam de informação.
Apesar disso, o Google ainda vê o Glass como um dispositivo destinado ao consumidor geral. De acordo com o jornal, dos cerca de 300 funcionários da companhia que trabalham no desenvolvimento dos óculos, menos de 5% estão focados no Glass at Work.
Fonte: FolhaPress

Mortalidade infantil no Ceará tem a maior queda do Brasil


1Vítimas de um pobre atendimento em saúde e condições ainda mais precárias de higiene, no ano de 1980, a cada mil crianças nascidas no Ceará, uma média de 111,5 morriam antes de chegar a um ano de idade. Mais de 10% do total nascido. Exatos 23 anos depois, o Estado sofreu grandes mudanças no quadro de expectativa de vida entre meninos e meninas. Conforme divulgou ontem o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2013, a taxa de mortalidade infantil cearense caiu para 16,6 óbitos por mil nascimentos. A queda observada foi a maior no País.
Os dados são das Tábuas Completas de Mortalidade do Brasil de 2013, que apresenta as expectativas de vida em todo o território brasileiro para as idades de 0 a 80 anos. Com o avanço registrado em pouco mais de duas décadas, o Ceará deixou de ocupar a triste posição de 3º estado com a maior taxa de mortalidade de recém-nascidos, em 1980, e passou ao 16º lugar, colocação ainda longe do ideal, mas de melhoria significativa.
De acordo com o levantamento, o Estado do Ceará teve a redução mais notável dentre todas unidades da federação. Ao longo de 23 anos, a taxa caiu 94,9 pontos ao todo.
No ano de 1980, a cada mil meninos nascidos, 121 não conseguiam chegar ao primeiro ano de vida. Já entre meninas, a proporção de óbitos era de 100,4 por mil. No ano passado, as taxas caíram para 18,1 e 15,2, respectivamente.
Atenção básica
Segundo Acilon Gonçalves, secretário-executivo de Saúde do Estado e obstetra, a redução pode ser atribuída a diversos fatores. No entanto, o primeiro grande choque na mortalidade infantil no Ceará foi a implantação do programa de agentes comunitários de saúde, nos anos 1990, e a ampliação das unidades de atenção básica em saúde nos municípios. Conforme o gestor, as duas medidas tiveram essencial importância pois proporcionaram o maior acompanhamento de grávidas e crianças no pré e no pós-natal.
“A boa atuação dos agentes comunitários de saúde foi fundamental para acabar com a morte por desidratação e desnutrição. Ao fazer o acompanhamento do peso e da hidratação do recém-nascido, eles têm como detectar precocemente as alterações e encaminhar para uma unidade de saúde. Além disso, eles também fizeram o trabalho de monitoramento de vacinação, impedindo as doenças próprias da infância”, destaca.
Pré-natal
Antes do parto, a falta de assistência em enfermagem e medicina à gestante, com a realização de exames e consultas periódicas para detectar problemas de saúde tanto da mulher quanto do bebê, constitui uma das principais causas da chamada mortalidade neonatal precoce, até os 28 dias de vida. Na visão de Gonçalves, os esforços para reverter essa situação foram outro passo em direção a uma menor taxa de mortalidade infantil no Ceará.
“Quando nós não tínhamos a quantidade de unidades de saúde que temos hoje, a cobertura da atenção básica era inferior a 40%. As gestantes tinham assistência pré-natal, mas era uma ou duas consultas durante toda a gravidez. Não podíamos chamar nem de acompanhamento, eram só consultas esporádicas. Não era possível evitar problemas graves como o retardo do crescimento intrauterino e do nascimento prematuro, por exemplo”, afirma o secretário-executivo. Hoje, ele explica, a cobertura da atenção básica é de aproximadamente 90%.
O obstetra cita, ainda, outros pontos de evolução, como a expansão do saneamento básico e das condições de higiene pública no Estado, que ajudou a diminuir os casos de infecção entre os recém-nascidos. Mas, embora os últimos anos tenham sido de melhora perceptível, é preciso avançar mais. Gonçalves afirma que a meta – e o desafio – da Secretaria de Saúde do Estado (Sesa) é reduzir a taxa de mortalidade infantil para menos de 10 óbitos por mil nascimentos.
Desafio
“A taxa atual é uma das menores no País, mas não é motivo de satisfação para nenhum gestor. Nosso objetivo é ficar abaixo dos dois dígitos. Acreditamos que é um trabalho de curto prazo, que pode ser atingido de 5 a 10 anos”, salienta o obstetra Acilon Gonçalves.
No Brasil, a taxa de mortalidade infantil em 2013, de acordo com o IBGE, foi de 15 para cada mil nascidos. Em 1980, essa proporção era de 69 por mil. Atualmente, os estados com as maiores taxas são Maranhão (24,7), Alagoas (24) e Amapá (23,9). As menores são de Rio de Grande do Sul (10,5), Espírito Santo (10,1) e Santa Catarina (10,1).
Expectativa de vida no Ceará vai a 73,2 anos
As Tábuas Completas de Mortalidade no Brasil de 2013 mostraram, também, que a expectativa de vida no Ceará no ano passado subiu para 73,2 anos. Em relação a 1980, quando esperava-se que os cearenses vivessem, em média, até os 59 anos, o acréscimo foi de 14,2 anos. Conforme os dados, que revelam a esperança de vida para todas as idades até os 80 anos, a expectativa no Ceará ficou 1,7 ano abaixo da nacional, calculada em 74,9 anos de idade.
No entanto, no mesmo período de 23 anos, o aumento de anos na esperança de vida dos cearenses foi maior que no Brasil. No País, em geral, a expectativa cresceu 12,4 anos de 1980 para o ano passado.
Entre os homens cearenses, a expectativa registrada em 2013 foi de 69,2 anos, uma elevação de 13,2 anos, se comparada a de 23 anos atrás. Entre as mulheres, o aumento foi ainda maior. Passou de 62 anos, em 1980, para 77,2 no ano passado. O aumento foi de 15,2 anos.
Segundo Francisco José Moreira Lopes, chefe do IBGE no Ceará, o crescimento da esperança de vida entre os cearenses pode ser explicado na redução da mortalidade infantil, no aumento das coberturas vacinais, na maior preocupação de jovens e adultos com a saúde, n o aumento da renda e outros pontos. Para Lopes, a média seria ainda maior não fossem as mortes no trânsito e os óbitos causados pela violência urbana.
G1

Chuvas abaixo da média nos próximos 90 dias


1O primeiro dia do último mês do ano trouxe uma notícia nada alentadora para o sertanejo. A Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) divulgou a previsão climática para o acumulado de chuvas nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro, com maior probabilidade de precipitações abaixo da média no total do trimestre (42%). O percentual de que se atinja a média é de 33%. Acima dela é de apenas 25%.
A Funceme ressalta que essa previsão não corresponde ao prognóstico da estação chuvosa do próximo ano, compreendida entre os meses de fevereiro e maio, por se tratar de um período diferente.
Conforme vem enfatizando nos últimos meses, somente na segunda quinzena de janeiro próximo é que essa previsão será estabelecida. Entretanto, os meteorologistas afirmam que a influência do fenômeno El Niño (aquecimento anômalo das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial) é um fator que pode influenciar negativamente as chuvas nos próximos três meses e adiantam que o fenômeno deve permanecer atuando no primeiro semestre do próximo ano.
A meteorologista Dayse Moraes ressalta que regiões como o Sertão Central, o Litoral e Jaguaribe ficarão dentro da média. “Isso não chega a ser significativo, principalmente pelo fato de estarmos vivendo o terceiro ano de seca. Para que houvesse uma recuperação em termos de recarga dos açudes, por exemplo, seria necessário chover bem acima do que está sendo previsto”.
O que faz com que a previsão fique abaixo da média é o prognóstico em relação às regiões da Ibiapaba, Litoral Norte, Cariri e Sul do sertão Central. Em todas elas, a previsão é de precipitações abaixo da média.
Em relação às chuvas que têm caído ultimamente, Dayse Moraes explica que são “chuvas de brisas”, que não podem ser consideradas “significativas pois são insuficientes para abastecer os reservatórios, principalmente na condição atual”.
Baixa previsibilidade
A previsão divulgada ontem faz referência a um período em que atuam sistemas atmosféricos chamados transientes, como Cavados de Altos Níveis e Vórtices Ciclônicos. “Estes sistemas, característicos da pré-estação chuvosa são de baixa previsibilidade a longo prazo. Por isso, é importante para os usuários acompanharem a previsão diária do tempo no site da Funceme”, explica Meire Sakamoto, chefe do núcleo de Meteorologia da Fundação. Para Meyre, “mesmo com o El Niño sendo um fator que influencia na redução da quantidade de chuvas no Ceará, para elaborar o prognóstico oficial, que será emitido em janeiro, é muito importante avaliar também as condições do Oceano Atlântico.
“As temperaturas do Atlântico influenciam diretamente o posicionamento da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), sistema que começa a atuar no Ceará normalmente na segunda quinzena de fevereiro e que é o principal indutor de chuvas durante a quadra chuvosa”.
Média
Conforme levantamentos históricos da Funceme, é a seguinte a média acumulada do período que vai da pré-estação chuvosa (dezembro e janeiro) ao primeiro mês da quadra chuvosa: dezembro (29,2 mm); janeiro (98,7mm); fevereiro (127 mm); acumulado 255 mm. O ministro da Integração Nacional, Francisco Teixeira, durante encontro do Comitê para Combate à Seca, realizado em Fortaleza, no último dia 24 de novembro, revelou que essa já é a pior seca enfrentada pela região nordestina nos últimos 60 anos.
O titular da Secretaria de Desenvolvimento Agrário (SDA), Nelson Martins, no mesmo encontro, já se mostrava cético e dizia que o Estado “já trabalha com o pior cenário em termos de estiagem com vistas a 2015.
Medidas
Nelson Martins garante que o Estado vai manter as ações que já vêm sendo executadas para enfrentar a estiagem prolongada. “Vamos ampliar todos os nossos programas. Aliás, já estamos fazendo isso. Na última sexta-feira, por exemplo, autorizamos mais 192 obras de sistemas de abastecimento d’água pelo Água para Todos em 58 municípios. As obras custarão aproximadamente R$ 33,08 milhões”, assegura o secretário
Dentre outros programas que ajudam o sertanejo a conviver com as adversidades climáticas do Semiárido, com longos períodos de estiagem, Nelson Martins ressalta também que “no Estado já foram instaladas 130.146 mil cisternas de placas e polietileno e 6.541 cisternas cilíndricas e de enxurrada. Além disso, já temos recursos para instalar mais 21.970 mil cisternas de placas e 14.592 mil cisternas de polietileno”, garante.
Mais informações:
Funceme
Avenida Rui Barbosa, 1246, Aldeota – Fortaleza-CE
Fone: (85) 3101-1088 funceme@funceme.br
Diário do Nordeste